30 de Janeiro, 2026 08h01mEntrevista por JORNALISTA CRISTIANO LOPES

Da Coreia do Sul ao interior gaúcho, a história de Rafael Kim e a chegada da Atomy

Nascido na Coreia do Sul, criado no Rio Grande do Sul e hoje vivendo em São Paulo, Rafael Kim carrega uma trajetória marcada pelo encontro de culturas.

Nascido na Coreia do Sul, criado no Rio Grande do Sul e hoje vivendo em São Paulo, Rafael Kim carrega uma trajetória marcada pelo encontro de culturas. Em passagem por Ibirubá, ele apresentou a proposta da Atomy Co., Ltd., marca global de beleza e bem-estar, e explicou, em primeira pessoa, por que a Coreia do Sul se tornou referência mundial em cuidados com a pele.
“Eu nasci na Coreia do Sul, mas cresci em Porto Alegre. Tenho um carinho enorme pelo Rio Grande do Sul, meus irmãos são gaúchos, então estar aqui é quase como estar em casa”, afirmou Rafael ao iniciar sua fala. Influenciador e empresário, ele explicou que seu trabalho no Brasil é fazer a ponte entre a multinacional coreana e as pessoas interessadas em conhecer produtos de qualidade com preço acessível.
Segundo ele, a Atomy foi fundada em 2009 e atua hoje em dezenas de países. “É uma empresa global que trabalha com marketing de rede, um modelo que o brasileiro já conhece bem. No Brasil, estamos desde 2022 e hoje o país já é o terceiro maior consumidor da marca no mundo, atrás apenas da Coreia do Sul e dos Estados Unidos”, destacou. Rafael também ressaltou a importância da regularização. “Os produtos que chegaram aqui passaram pela Anvisa e pelo Inmetro. Tudo é legalizado, tudo certinho.”
Ao falar sobre o diferencial da marca, Rafael comparou o mercado brasileiro de cosméticos. “Aqui é muito oito ou oitenta: ou você usa produto de farmácia, ou vai para grandes grifes caríssimas. A Atomy vem para ocupar esse espaço, com qualidade de alto nível e valor competitivo.” Ele explicou que os produtos são fabricados por empresas que também produzem para marcas de luxo internacionais. “Isso mostra a força da indústria coreana.”
Rafael também abordou o fenômeno cultural que levou a Coreia do Sul ao centro das atenções globais. “A gente chama de ‘Hallyu’, a onda coreana. O governo investiu pesado para exportar cultura: música, séries, filmes, gastronomia. Com a pandemia e o crescimento das plataformas de streaming, o mundo inteiro teve acesso a esse conteúdo”, explicou. 
Sobre skincare, ele foi direto: “Não é vaidade, é cuidado. Não tem gênero nem idade. Existe um mito de que asiáticos nascem com a pele perfeita, mas isso não é verdade. A pele asiática é muito sensível. O segredo é começar a cuidar cedo.” Rafael reforçou ainda a relação com a saúde. “Cuidar da pele é prevenção, é autoestima, é bem-estar.”
Ao resumir sua presença em Ibirubá, Rafael destacou o propósito. “Se eles brilham, nós também podemos brilhar. A ideia é mostrar que isso é possível, acessível e prático, mesmo longe dos grandes centros.”

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