
O que começou de forma simples, dentro de casa, hoje se transformou em um espaço estruturado e dedicado integralmente à confeitaria. “Já faz dez anos que nós estamos lidando com o chocolate. Faz dois anos que abrimos o espaço físico e estamos nos dedicando cem por cento a isso”, conta a empresária Mariele Dal Molin.
No início, a produção era caseira e voltada a amigos e conhecidos. “A ideia era produzir para consumo próprio, mas as pessoas começaram a pedir e a gente viu que poderia virar um negócio”, relembra. Desde então, o ateliê conquistou clientes fiéis, muitos presentes desde as primeiras Páscoas.
O crescimento também trouxe mudanças na produção e na qualidade dos produtos. “Hoje temos uma cozinha mais preparada e conseguimos entregar um produto melhor. O cliente também exige mais, tanto no sabor quanto na apresentação”, explica.
Um dos principais diferenciais está no chocolate artesanal. Segundo Mariele, a comparação com produtos industrializados evidencia a diferença. “Aqui a gente produz na semana, tudo fresco. Usamos chocolate de qualidade, não aqueles produtos com gordura e sabor artificial”, afirma.
A produção segue um processo totalmente manual. “Cada produto que sai daqui passou pelas mãos de alguém. Não existe linha de produção na confeitaria artesanal”, destaca.
Além do sabor, o ateliê aposta na criação de experiências. Produtos como o “ovo Matilda”, inspirado em tendências da internet, combinam chocolate, bolo e apresentação diferenciada. “É um presente completo, que envolve também a memória afetiva”, diz.
A variedade é outro ponto forte, com opções que vão desde ovos recheados até tabletes e kits menores. “A gente tenta atender todos os públicos, com diferentes valores, para que ninguém fique sem presentear na Páscoa”, ressalta.
Mesmo com a alta demanda, ainda é possível garantir os produtos. “Estamos com encomendas abertas e também teremos pronta entrega. A produção está intensa para dar conta de tudo com qualidade”, conclui.

























