13 de Abril, 2026 09h04mAgronegócio por ASCOM COPREL

Cooperante de Montauri diversifica a propriedade com a atividade leiteira, grãos e aviário

Diversificação da produção e acesso à energia garantem crescimento sustentável e continuidade da atividade rural

Em Montauri, no interior do Rio Grande do Sul, a propriedade do cooperante Luiz Antonio Canossa traduz o que é viver e produzir no campo buscando aproveitar o máximo de possibilidades. O espaço reúne diferentes atividades que se complementam e garantem o sustento da família: produção de leite, um aviário com mais de 12 mil aves e cerca de 20 hectares destinados ao cultivo de milho.
A relação com a Coprel acompanha Luiz desde o início da sua vida. Cooperante há 44 anos, ele cresceu vendo o pai conduzir a propriedade, que ao longo do tempo foi crescendo: “Meu pai começou com a produção de grãos, depois vieram os aviários e, mais tarde, a vaca de leite. Foi diversificando”, relembra. Nesse processo, Luiz esteve sempre presente, até assumir a condução dos trabalhos e dar sequência à história da família.
Hoje, a propriedade é resultado dessa construção contínua, marcada pela adaptação e pela busca por novas oportunidades no meio rural. E, em todas essas etapas, um elemento se manteve essencial para o funcionamento das atividades: a energia elétrica.
Para Luiz, a energia vai além de um recurso básico. É o que viabiliza o crescimento. “Aqui, energia é tudo. Se a gente quer ampliar alguma atividade, tem energia suficiente. E, se precisar, é possível aumentar a carga”, destaca. Essa segurança permite que a família planeje o futuro com mais tranquilidade, investindo e ampliando a produção conforme a necessidade.
Outro ponto que ele ressalta é a agilidade no atendimento. Sempre que surge alguma demanda, o retorno é rápido, o que faz diferença no dia a dia de quem depende diretamente da energia para manter a produção ativa. “Quando a gente fala com Coprel, já pensa em agilidade”, diz.
Histórias como a da família Canossa mostram como o cooperativismo e a energia elétrica caminham juntos no fortalecimento do campo. Mais do que garantir o funcionamento das atividades, eles ajudam a sustentar projetos de vida.
E, para Luiz, esse projeto é claro: permanecer onde tudo começou. “O que a gente quer é ficar aqui, no campo mesmo. Aqui a gente se sente bem melhor”, afirma, reforçando o vínculo com a terra e com a história construída ao longo de gerações.

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