O lado racional e emocional dos Recursos Humanos

Seja você gestor de uma empresa, ou funcionário, já se perguntou a importância dos Recursos Humanos, com suas raízes racionais e emocionais, para os negócios e bom andamento do trabalho? Esse setor que vem cada vez mais conquistando espaço e sendo essencial para um negócio, possui diversas funções, entre elas a que exige um caráter mais técnico, e outras que exigem uma maior humanização. 

Letícia Campos Peukert, da Link Pessoas e Negócios, explica que quando se fala em raízes racionais do RH, se fala em toda a  parte burocrática de um negócio, formalização de contrato de trabalho, cálculo das folhas de pagamento, férias, décimo terceiro. Funções que muitas vezes apenas uma pessoa faz, mas que quando é realizado por um setor de RH, exige um lado lógico, concentração e confiança, “Quando falamos em racional, é porque não se pode haver margem de erro, precisa ser bem visto, gerar confiança , pois envolve legislação, contabilidade, cálculos, que devem fazer parte da estrutura de uma empresa”, explicou Letícia. 

Já quando se fala do lado emocional que envolve os recursos humanos, é necessário levar em conta o comportamento humano, os diferentes contextos que cada funcionário de uma empresa vive. Com a pandemia muitos gestores precisaram lidar com crises internas, com perdas, luto, funcionários doentes ou que teve algum familiar doente. Situações essas que segundo Letícia, devem ser vistas com atenção, “Para além do racional o RH transita no emocional, faz parte desse profissional gostar de ter contato com pessoas. Um funcionário passa muitas vezes oito horas do seu dia dentro da empresa, é natural que os problemas externos façam parte e os gestores precisam lidar”, destacou. Entre alguns hábitos que fazem parte do cotidiano dos negócios e que exigem normas e muitas vezes regras, está o hábito de fumar e usar o celular. Letícia destaca que os horários de intervalo são livres para os funcionários fazerem o que desejam, desde que não atrapalhem os demais. Assim como o uso do celular, que gera desde uma desconcentração das atividades, até acidentes de trabalho. 

Autor: Rádio Cidade Ibirubá

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