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Notícias Gerais

Documentos para o cadastro no Passe Livre Estudantil 2019

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Programa do Governo do Rio Grande do Sul garante subsídio nos custos do transporte de cada estudante no seu deslocamento do município onde reside até o estabelecimento de ensino em outro município.

Até o dia 17/09, estudantes de todos níveis e esferas escolares, que residem em Ibirubá e estudam em outra cidade, podem ser beneficiados com o Programa Passe Livre Estudantil. Inscrições na Secretaria Municipal de Educação.

Imprima os três (3) formulários abaixo, preencha-os e entregue-os até o dia 17/09 na Secretaria Municipal de Educação, 1.023, no horário das 8 às 11h30min e das 13h30min às 17 horas. A Secretaria disponibilizará um plantão para atendimento dos estudantes interessados no sábado, dia 14/09, das 8 às 11 horas.

ATENÇÃO ESTUDANTES: PASSE LIVRE ESTUDANTIL

Através do Edital n⁰ 001/2019 e resoluções de diretoria em vigor e suas alterações, torna pública a abertura dos prazos para cadastramento de novos estudantes e renovação dos atuais estudantes beneficiados no sistema informatizado do Programa Passe Livre Estudantil para o primeiro e segundo semestre do ano de 2019: I – Prazo para os municípios cadastrarem novos estudantes e realizarem a renovação dos que frequentam cursos sujeitos a rematrículas semestrais, no SIMET , sistema informatizado do programa passe livre estudantil de: 06/09/2019 a 17/09/2019 das 8h até às 17h  de segunda a sexta, com um plantão no dia 14/09/2019 das 8h às 11h.

O que é o Passe Livre:

É um direito a valor repassado do Governo do Estado aos estudantes, cuja renda per capita seja de até 1,5 salário mínimo e meio regional, que usam transporte de ônibus intermunicipais, ou seja, moram em Ibirubá e se deslocam a outros municípios. 

Quem pode?

Estudantes de nível fundamental, técnico, médio, EJA, pré-vestibular e superior.

Documentos Necessários:

– Preencher o Formulário de Inscrição

– Uma foto 3×4 (padrão para documento)

– Cópia do CPF do estudante

– Atestado de matrícula de 2019 com data de emissão de no máximo 90 dias, o atestado deverá conter: nome completo do aluno, período de início e término do curso, dias da semana que o aluno terá aula, turno e autenticação da instituição de ensino.

  Declaração do grupo familiar feito pelo estudante com assinatura registrada em cartório. A declaração deverá conter:  o nome de cada membro familiar que reside com o estudante e a sua profissão, renda e o grau de parentesco de cada um. Caso o estudante for menor de idade a declaração deverá ser feita pelo responsável legal (o verso do formulário de inscrição encontra-se a Declaração Familiar.).

– Cópia do documento de identificação de todo o grupo familiar declarado, ou Certidão de Nascimento(certidão de nascimento permitida somente para menores de 18 anos).

– Comprovante de residência com data de emissão no máximo 90 dias. (Caso o comprovante não esteja em nome do aluno, ou de algum membro da família declarado, o titular da conta deverá fazer uma declaração informando que o aluno reside no endereço sob forma de aluguel ou casa cedido, e anexar a cópia do RG do declarante).

Os comprovantes de residência que são aceitos

  • Contas de água, internet, energia elétrica ou telefone (fixo ou móvel)
  • Contrato de aluguel em vigor, com firma do proprietário do imóvel reconhecida em cartório, acompanhando de um dos comprovantes de conta de água, internet, energia elétrica ou telefone em nome do proprietário do imóvel.

– Comprovante de Renda do estudante e de todos os membros da família declaradosRenda a partir dos 16 anos. (Fica dispensado a apresentação dos comprovantes de renda do grupo familiar aos estudantes que comprovarem ser beneficiários do PROUNI, na forma integral, e do Programa de Assistência Estudantil – PRAE);

  • Quem estiver trabalhando com carteira assinada deverá fornecer os 3 últimos contracheques. Quando houver pagamento de comissão, ou hora extra deverá fornecer os 6 últimos contracheques;
  • Quem estiver trabalhando como autônomo ou profissional liberal: Declaração registrada em cartório referente à renda dos últimos 3 meses, (considera-se autônomos, ou profissionais liberais, todos aqueles que não trabalham com carteira assinada);
  • Quem for aposentado e pensionista: Fornecer os três últimos comprovantes de recebimento da aposentadoria que pode ser o extrato do demonstrativo crédito de benefício do INSS, ou os três últimos extratos de pagamento obtidos a partir do site do Ministério da Previdência Social.
  • Quem for trabalhador rural: No caso de cooperativas ou quando a fazendo estiver registrada como uma empresa, declaração de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) completa, acompanhada do recibo de entrega a Refeita Federal, ou notas fiscais de venda de produtos agrícolas realizadas pela família nos últimos seis meses.
  • Quem for dirigente ou sócio de empresa: Os 3 últimos pró-labore ou declaração de imposto de renda de pessoa jurídica completa, acompanhada do recibo de entrega a receita federal exercício de 2017;
  • Quem vive de rendimento de aluguel ou arrendamento de bens e imóveis: apresentar o contrato de locação ou arrendamento devidamente registrado em cartório acompanhado dos três últimos comprovantes recebidos;
  • Quem estiver desempregado ou não trabalha: Cópia da carteira de trabalho contendo as páginas da foto, dados pessoais, a parte do contrato de trabalho da última assinatura e a folha subsequente em branco. Caso não possuir carteira de trabalho fornecer uma declaração com firma reconhecida em cartório informando que não trabalha e não declara imposto de renda por ser isento.

Assessoria de Imprensa Prefeitura de Ibirubá

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Colunistas

Preciso demitir clientes?

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Rafael dos Santos Rodrigues, Assessor de Marketing e Estratégias publicitárias

Viemos de uma série de textos curtos que podem dizer muito sobre o que há de potencial no seu empreendimento, auxiliando nas análises do que pode melhorar, e na percepção do que pode estar errado, mas agora viemos falar de um assunto um pouco mais delicado, os CLIENTES. Quando falamos de clientes, logo pensamos em um avatar que COMPRA, em uma figura sorridente que veio em busca daquilo que temos a oferecer, mas quando trabalhamos com venda direta, sabemos que nem sempre é assim. Com o passar dos anos ficou comum ouvir o termo “demitindo meu cliente”, isso realmente é passível de análise quando identificamos que nossos valores estão 100% conectados com as intenções de compra de nosso público alvo, e aquela figura que não teve interesse em nossos produtos e serviços realmente não era pra ser nosso cliente, nestes casos não podemos exercer esforço em cima daquilo que desvia a conduta de nosso negócio, que vai contra nossos valores ou contra a essência da empresa, e por mais duro que pareça, nestes casos, demita o cliente e “tá tudo bem!”. Mas e quando eu não tenho certeza se essa é a saída? Quando eu fico na dúvida se estou perdendo potenciais clientes por alguma deficiência dentro da minha empresa? Nestes casos é fazer uma análise detalhada, “passar um pente fino” em todos os setores da empresa. É aí que entra o equilíbrio do Marketing, tendo em vista que sua empresa precisa de um alinhamento entre os 4 P’s (produto, preço, praça e promoção), e tendo em vista que seu público alvo não está consumindo seus produtos/serviços, é hora de reavaliar em qual destes P’s não está havendo alinhamento, no primeiro momento inicie com questionamentos sobre seu próprio negócio, desde qualidade do produto até o atendimento final, lembrando que a VENDA não tem haver apenas com oferecer um produto, mas sim ampliar as intenções de compra de um cliente, que subentendemos já desejar aquilo que você está oferecendo. Depois de uma análise completa, as respostas precisam ser objetivas e estarem alinhadas com sua capacidade de solução, estabeleça metas efetivas porém realistas, solucionando o problema fica mais fácil filtrar os clientes que as vezes precisamos demitir e ajustar os pequenos deslizes no trajeto da missão de empreender. Para evitar acumular pequenos erros, alinhe seu negócio com seus valores, levando em conta as estratégias de marketing, ao fazer isso no início de qualquer planejamento você não só facilita toda a jornada como também terá um guia para todas as suas estratégias futuras. Será que o problema está em meu cliente ou na falta de conexão que eu criei com ele?

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Colunistas

Em Ibirubá-RS, mas também em Marechal Cândido Rondon-PR? por Luana Polon

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*Texto em coautoria com Paulo Henrique Heitor Polon, Sociólogo e Professor do IFRS-Ibirubá

Chegamos em Ibirubá-RS em janeiro de 2019, e uma das primeiras histórias que ouvimos se remetia à existência de possíveis túneis na cidade. Por mais estranho que possa parecer, já estávamos bastante familiarizados com o assunto, pois por coincidência (ou não!) a cidade onde vivíamos até 2017 também é marcada pelas histórias, memórias e imaginários sobre a existência de túneis que perpassariam o subsolo urbano, supostamente interligando dois lugares específicos – a Casa Gasa e o Hospital Filadélfia. A cidade em questão é Marechal Cândido Rondon, no Paraná. A colonização do município que hoje tem um pouco mais de 50.000 habitantes é predominantemente de origem germânica, e ambos os proprietários dos imóveis onde supostamente haveriam os túneis eram alemães, hoje já falecidos. O auge da colonização ocorreu na década de 1950, quando muitos descendentes de alemães já residentes no Rio Grande do Sul se mudaram para aquela região, levando consigo sua cultura. Marechal Cândido Rondon é, neste sentido, muito parecida com Ibirubá. Muitos são os imaginários sobre a existência de túneis subterrâneos, além da presença de uma casa muito peculiar em sua estrutura e que pertencia ao alemão Heribert Hans Joachim Gasa, que fora combatente da força aérea alemã na Segunda Guerra Mundial.

A casa em questão seria um dos espaços onde iniciariam os túneis em Marechal Cândido Rondon. São muitos os mistérios naquele local, e que motivaram várias pesquisas acadêmicas (inclusive a dissertação de Mestrado do Prof. Paulo Polon, com o título “A construção do patrimônio cultural em Marechal Cândido Rondon-PR a partir dos imaginários acerca do lugar de memória ‘Casa Gasa’”, 2013). Embora os túneis não tenham sido de fato abertos, pois a Casa Gasa é propriedade privada e hoje transformada em um restaurante (curiosamente chamado de Bunker Berlim), muitos outros mistérios cercam o local. A construção da casa partiu de uma enorme escavação no terreno para edificação de um subsolo em dois níveis, onde foram gastos 20 anos de trabalho. A edificação tem um aspecto de fortaleza com paredes extremamente reforçadas e um portão com contrapeso de mais de 300 kg. A casa possui 38 cômodos, com 10 banheiros, 2 banheiras e 1 sauna, 50 portas e 33 janelas. A decoração é eclética, com traços de várias culturas, azulejos e ladrilhos de muitas cores. Há ainda uma piscina com ladrilhos que formam um Sol Inca ao fundo. Os dois fatos que geram maior curiosidade sobre a casa são a existência de várias passagens secretas e armários falsos, bem como a “sala do cabelo”, onde teria sido utilizado cabelo humano para fortalecimento da estrutura. Os imaginários sobre túneis são reforçados pelo fato de que em muitos locais da casa as paredes soam ocas, o que teoricamente seria gatilho para se acreditar que a casa esconderia muitas coisas para além do visível. O ponto mais peculiar da casa é uma sala que se situa no nível mais baixo do subsolo, onde há uma enorme quantidade de tomadas nas paredes, incomum para época (anos 1960), e que gerava indagações sobre o que poderia ocorrer naquele espaço, especialmente por ser tão escondido. Nesta sala há dois alçapões vedados com tampas de ferro, os quais são buracos estreitos e arredondados, semelhantes a poços. As tampas são chumbadas no chão, o que não permite que sejam abertas para se visualizar o que há debaixo. Mas, teoricamente, e segundo os imaginários da população rondonense, estas seriam as entradas para os possíveis túneis. Há uma resistência em se mexer no ambiente da casa, já que hoje a propriedade está sob cuidado da viúva do Sr. Gasa.

Por isso, os imaginários continuam presentes e permeiam conversas em Marechal Cândido Rondon durante décadas. Estes imaginários são um patrimônio cultural da cidade e instigam questões, motivam pesquisas e são sustentados pela própria existência da casa e dos possíveis túneis. Ao contrário de Ibirubá, em Marechal Cândido Rondon nunca foram efetuadas investigações mais técnicas para comprovar a existência destes túneis, como escavações. Se existem túneis, eles contam a história de uma cidade, de um povo, de um passado nem sempre tão glorioso, mas que não merece ser esquecido. Vamos ver o que o futuro reserva para Ibirubá e seus possíveis túneis… 

*Luana Caroline Kunast Polon é Mestre em Geografia. 

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Notícias Gerais

Théo Transportes, um case de sucesso

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Cases de sucesso de empresas que superaram crises e hoje empregam dezenas de pessoas, e movimentam a economia de uma cidade. Ibirubá tem vários exemplos, um deles no ramo de transportes. A família Kanitz sempre atuou de forma dinâmica no município, assumindo o protagonismo de diversos segmentos, do político ao empresarial. Em agosto de 2001 Luciano Kanitz, filho do ex-prefeito Olando e da professora Nelci Kanitz, fundava a Transkanitz Transportes. No início a empresa atuava como representante da TW Transportes de Soledade/ RS. No ano seguinte a TW ganhou atendimento com agência local própria de Luciano em Ibirubá. O foco eram cargas fracionadas. Naquela época Ibirubá já figurava como pólo metal-mecânico, e com isso mais casas eram construídas, mais bens e serviços eram necessários. E mais transporte foi preciso. Com uma visão diferenciada e com muita coragem Luciano começou a atuar também com o transporte de cargas especiais, com caminhões próprios. O desenvolvimento foi passo a passo, acompanhando o cenário regional.
Em 2008, com o nascimento do primogênito do proprietário, visando expandir os negócios, criou-se a Théo Transportes. A história do presidente da Théo Transportes, Luciano Kanitz, é marcante e remete necessariamente a persistência de alguém que acreditou nesse segmento para o desenvolvimento da região. Com muito trabalho e determinação, juntamente com sua equipe de colaboradores, chegou ao conceito que hoje possui junto aos parceiros e aos destinos que diariamente a empresa atinge, sendo referência nacional no ramo.
Projetando o futuro, Luciano revelou que vai construir uma nova sede em Ibirubá. ‘’O terreno já está comprado e o projeto pronto, estamos aguardando apenas a liberação dos órgãos competentes para iniciarmos as obras. Será um grande investimento que torna-se necessário, pois hoje nosso espaço físico é reduzido e não vem suportando toda a demanda de chegada e saída de veículos” falou. A área é próxima ao trevo secundário, e servirá de referência para o transporte de cargas do Brasil.
O diferencial e chave do sucesso da Théo Transportes vem com a visão empresarial do presidente da empresa, através do planejamento. Luciano investiu na empresa com a aquisição de 23 novos cavalos mecânico, carretas especiais e pranchas diferenciadas, com projeto exclusivo para a empresa, e permitiu a criação de novos setores como recursos humanos, setor fiscal, setor de controladoria, setor de processos, setor de almoxarifado, entre outros, que oportunizaram crescimento interno dos funcionários e novas oportunidades de emprego.

Atualização constante da frota


Estrutura da empresa e ramo de negócio


Hoje a Théo Transportes atua em todo território nacional, conta com mais de 90 funcionários, divididos entre a matriz e a filial 1 na cidade de Canoas/RS, filial 2 na cidade de Ribeirão Preto/SP e mais duas unidades de negócios nas cidades de Rio Grande/RS e Panambi/RS, e ainda um ponto de apoio na cidade de Santos/SP.
Atuam também com fretes no Mercosul, e ainda com tramitações portuárias, realizando importação de mercadorias.
Tem mais de 120 equipamentos próprios, divididos entre cavalos mecânicos, carretas, caminhões toco e truck, veículos leves, empilhadeiras, pranchas, rodotrem, bitrem, carretas especiais 15 metros e 30 metros. Sendo que 99% dos veículos são emplacados em Ibirubá. A frota da empresa é 100% rastreada e possui monitoramento 24 horas por dia visando à segurança da carga transportada.
A empresa ainda conta com mais de 40 caminhões agregados e diversos caminhões de terceiros que são contratados todos os dias para realizar fretes.
O ramo de negócio da empresa é o transporte de máquinas agrícolas e cargas especiais. E também o carregamento de matéria prima para as indústrias de metal mecânico.
“O agronegócio hoje ainda é um forte ramo que trabalhamos, estamos entrando no ramo da construção civil e existem negociações bem adiantada em outros ramos.”

Diversos modais logísticos

Centro de consolidação para atender multinacional


Um dos diferenciais da Théo Transportes é a forma de logística avançada que a empresa implementou. Entre os principais clientes está a AGCO. Todas as mercadorias destinadas para a linha de produção de todas as fábricas desse cliente, são reunidas nos centros de consolidação da Théo Transportes. Em dias e horários programados os volumes são entregues exclusivamente pela empresa. Em todo mundo, a multinacional AGCO, trabalha com nove centros de consolidação, a Théo hoje possui dois deles, um localizado em Ibirubá e o outro em Canoas.


A malha viária como a principal dificuldade


Hoje uma das principais dificuldades encontradas é a malha rodoviária que compromete bastante a operação, causando transtorno nas viagens e muita manutenção nos caminhões.
Segundo Luciano,“O Brasil é um país rodoviário, ao contrário de outro países que escoam sua produção através de cabotagem nos portos, nosso país escoa toda a produção pela malha rodoviária, o que causa muitos estragos nas rodovias. Mas acreditamos que teremos muitas mudanças com esse governo voltadas à melhoria de estradas.”
Outra dificuldade é a contratação de pessoas comprometidas e qualificadas para o tipo de serviço que a empresa presta. “Nossa cidade é carente de cursos de qualificação para vários ramos de negócio, e a população deixa de se qualificar para assim poder buscar espaço no mercado de trabalho. Temos muitas oportunidades de emprego, a empresa precisa de pessoas comprometidas e que tenham vontade de crescer junto conosco.” finaliza Luciano Kanitz


As ações sociais voltadas à comunidade


A empresa entende que por estar inserida na sociedade, precisa contribuir de alguma maneira com a comunidade. Sempre vem auxiliando e apoiando entidades e pessoas que precisam de recursos. Além de oferecer inúmeras oportunidades, diretas e indiretas, de emprego na cidade.
E ainda, a empresa é parceira com entidades sociais aqui de Ibirubá como APAE, Liga feminina de combate ao Câncer e a Escolinha de Futsal Infantil – ASIF.
Luciano deixa claro que o segredo do sucesso é o trabalho, a coragem e a dedicação e finaliza afirmando “Hoje somos referência nacional no ramo do transporte de cargas, mas não foi fácil chegar até aqui. Sempre digo que, nesses 18 anos, tive muito apoio da minha família e principalmente, uma equipe de funcionários que fizeram a diferença e fazem a diferença todos os dias. Nossos motoristas, que ficam dias, as vezes meses fora de casa, carregam o nome da Théo por todo o Brasil. Todo o pessoal do administrativo e financeiro, que não medem esforços para atender as nossas demandas de segunda a segunda. A equipe operacional que fica atenta 24 horas, 7 dias por semana para que o transporte não pare. Com certeza a equipe Théo Transportes é diferenciada, somos uma transportadora que não fecha, e por isso nossos colaboradores são qualificados, dedicados, muito competentes e acima de tudo comprometidos com a empresa e com os nossos clientes. Sou privilegiado em ter ao meu lado, trabalhando todos os dias, pessoas diferenciadas” finaliza Luciano.

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Notícias Gerais

Lançamento da 13ª Expoibi acontece no dia 11 de setembro em Ibirubá

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As atrações e novidades que estão sendo preparadas para a 13ª Expoibi – Exposição Feira de Ibirubá, serão apresentadas durante o jantar de lançamento. O evento acontece na próxima quarta-feira, 11/9, a partir das 19h 30min, no Clube Divertido, e vai reunir autoridades municipais e regionais, expositores e convidados.

Os convites estão sendo comercializados ao valor de R$ 35,00 e podem ser adquiridos na Acisa. “A partir deste momento iniciamos a contagem regressiva para o evento, bem como intensificamos os preparativos. Estamos otimistas e certamente repetiremos o sucesso das edições anteriores”, afirma Paulo Ernani Klafke, da PDoze Feiras e Eventos.

A programação permanece praticamente inalterada, contemplando a indústria, comércio e serviços, máquinas e implementos agrícolas, automóveis, alimentação, encontro de carros antigos, encontro de bandas e corais e parque de diversões. Do total dos espaços comerciais, 95% deles já estão vendidos.

A grade de shows também já está definida e terá acesso gratuito, onde na quinta-feira (10), sobe ao palco a Banda Barbarella, e na sexta-feira, 11/10, a atração será Coração de Potro. Para o sábado (12), tem show nacional com Adson e Alana, e no domingo, 13/10, para encerrar, quem se apresenta é a Banda Portal da Serra.

A 13ª Expoibi vai acontecer de 10 a 13 de outubro, no Clube Divertido, no bairro Hermany, em Ibirubá, com acesso gratuito a Feira. O evento é uma realização da Acisa com apoio da PDoze Feiras e Eventos, Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores. Acompanhe as informações do evento, acessando o site www.expoibi.com.br e também no www.facebook.com/expoibi.

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Notícias Gerais

Um erro de engenharia se torna cartão postal em Quinze de Novembro

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O ano era 1990. Com o objetivo de abreviar a distância entre duas cidades é iniciada a construção de uma ponte sobre o Rio Jacuí, no noroeste do Rio Grande do Sul. Moradores de Alto Alegre e Quinze de Novembro aguardam ansiosos pela inauguração da travessia, que acontece em 1991 (foto). A ponte, entretanto, era mais curta que o necessário. Responsável pela construção, o Cíntea na época edificava no máximo 78 metros de comprimento. A solução foi aterrar o restante do caminho. O problema é que o aterro ficou justamente sobre o leito do rio Jacuí, quando o certo era a ponte estar ali. O desfecho foi óbvio, na primeira grande enchente o aterro foi levado pela força da água e restou uma ponte “quebrada”. 
Hoje o Cerro Pelado é ponto turístico de Quinze de Novembro, ainda pouco explorado. 
E você, o que pensa sobre o local? Deveria-se concluir o restante da ponte ou deixa-lo para turistas?

Da Redação de Jornalismo da Rádio Cidade FM de Ibirubá 
Fotos: Marcos Wiedemann/ Foto Magia Arquivo histórico

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Notícias Gerais

É NECESSÁRIO TREINAR ATÉ A FALHA MUSCULAR? por Laira Guedes

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A falha muscular concêntrica se caracteriza pela incapacidade de realizar outra repetição (movimento) dentro de uma série de um determinado exercício devido à fadiga muscular momentânea. Falha muscular não tem nada a ver com intensidade e sim com percepção subjetiva de esforço (PES), que se trata da sensação de que não haverá capacidade de realizar mais uma repetição. O problema de se “treinar até a falha” é que acaba por diminuir o volume total do treino. Imagine uma situação onde o praticante realiza 3 séries de agachamento até a falha. Na primeira série ele consegue executar 10 repetições máximas até falhar, na segunda, com a mesma carga, atinge a falha com 7 repetições e na terceira com 5, totalizando 22 repetições.

Na mesma situação mas sem atingir a falha, provavelmente faria 3 séries de 8 repetições cada, totalizando 24 repetições, ou seja, 2 a mais, isso em apenas um exercício. Imagine no treino completo e ao longo de semanas, meses, a diferença de volume entre as duas situações é gritante. Não existe nada de especial na última repetição. Não existe contração mágica. O que existe é volume e intensidade de treino. A falha concêntrica é só mais uma variável que pode ser usada em uma periodização de treinamento. Mas é claro, que para manter uma intensidade alta, você precisa usar uma sobrecarga equivalente que exija real esforço na realização dos exercícios. Fator determinante para ganhos de hipertrofia é o VOLUME e para ganhos de força é a INTENSIDADE. Combine os dois e terá ganhos expressivos.

BOM FIM DE SEMANA E BONS TREINOS.

TEXTO: Cirio Weber e Laira Guedes

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Notícias Gerais

OAJ ENTREVISTA, MULHER E MERCADO DE TRABALHO

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OAJ Entrevista aborda a questão da mulher no mercado de trabalho com a advogada Karina Wilm Doninellli, especialista em Direito Administrativo, Gestão Pública e Direito Público. Trabalha na Assessoria de Projetos e Planejamento do COMAJA. Para ela “O caminho percorrido por nós mulheres até aqui, no trabalho, em casa e na sociedade me traz a seguinte reflexão: Pelo mundo existem mulheres ameaçadas de morte defendendo seus direito, mulheres discriminadas por serem mulheres, mulheres que não podem trabalhar ou até mesmo ir à escola por serem mulheres. Quando isso acontece, aqui ou no mundo a fora, significa que ser mulher é uma parte primordial de sua identidade.”

OAJ: O que podemos falar sobre a evolução da mulher no mercado de trabalho?

A evolução da mulher no mercado de trabalho é marcada por muita luta. Se hoje, nós mulheres, podemos trabalhar, exercer livremente nossa profissão, é porque no passado outras mulheres lutaram, enfrentaram um sistema voltado ao patriarcado, dominador e centrado na figura do homem. Isso é história. Está nos livros. Como dizem na modernidade: “dá um google”. E não estou fazendo referência apenas aos anos 60 em que as mulheres queimaram o sutiã como símbolo de libertação. Temos vários exemplos de mulheres que muito antes agitaram a sociedade com sua ousadia e coragem: Simone de Beauvoir, graças a ela podemos nos divorciar! Bertha Lutz que lutou pela igualdade de direitos políticos no Brasil; entre tantas outras. É preciso estudar o passado para compreender nosso presente. Isso é fato. Vejo que toda essa evolução nos trouxe uma verdadeira transformação do perfil da mulher no mercado de trabalho. Trouxe o perfil da mulher líder, empreendedora, que se qualifica, independente, mulheres multifacetadas, que além do papel doméstico assumem papéis profissionais antes considerados como sendo masculinos. Hoje ocupamos postos em tribunais superiores, no topo de grandes empresas, somos delegadas, juízas, motoristas, pilotamos jatos, estamos na construção civil, na linha de montagem de veículos. É o momento em que as mulheres se tornaram livres para ser o que quiserem ser, estarem onde quiserem estar.

OAJ: Quais as principais dificuldades enfrentadas pelas mulheres?

Acho que essa é uma resposta muito particular. No meu lugar de privilégio, eu nascida “mulher padrão”, em tese, o padrão aceito pela sociedade do homem: branca, magra, classe média, penso que as dificuldades que enfrentei e enfrento diariamente são completamente diferentes das que uma mulher negra enfrenta, por exemplo. Não posso e não devo me colocar no lugar de fala de uma mulher que, além de enfrentar dificuldades por ser mulher, também enfrenta discriminação por ser mulher negra, ou qualquer outra mulher que não seja considerada como esse tal “padrão”. Minha mãe, com a minha idade, viveu outra realidade da que eu vivo hoje. Não tenho filhos, não sou casada. Tudo isso interfere. O que é dificuldade para mim, não é para o outro. E isso vale para todos, homens e mulheres. Somos indivíduos que vivem realidades diferentes um dos outros e devemos ser respeitados e valorizados por nossas particularidades. Somos legítimos da maneira que somos. No mercado de trabalho é muito comum encontrar homens, e até mesmo outras mulheres, produtos dessa loucura toda que é nossa sociedade, ainda carregam um discurso machista de que mulher que se posiciona é “mal amada”, de mulher que se impõe está na TPM. É preciso tomar cuidado e combater esse “modus operandi” ignorante. Sobre as dificuldades que enfrentei e ainda enfrento é ter que provar que sou tão ou mais competente que um homem. Isso cansa.

OAJ: Que tipo de direitos que a mulher trabalhadora está amparada?

A reforma trabalhista trouxe importantes mudanças para o trabalho da mulher. Contudo, apesar dos avanços, o Brasil ainda está longe de ter o respaldo legal necessário para a efetiva redução da desigualdade de gêneros no mercado de trabalho. A licença-maternidade de 120 dias, sem prejuízo do emprego, válido para todas as trabalhadoras que acabaram de ter filho, seja por parto ou adoção, durante esse período, recebem a sua remuneração em forma de salário maternidade. Também é garantido à empregada, durante a gravidez, sem prejuízo do salário, a dispensa do horário de trabalho pelo tempo necessário para a realização de, no mínimo, seis consultas médicas e demais exames complementares. Além disso, é permitida a transferência de função quando as condições de saúde exigirem e é assegurada a retomada da função anteriormente exercida, logo após o retorno ao trabalho. A trabalhadora grávida não pode ser demitida sem justa causa desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. Para as gestantes, a lei proíbe qualquer forma de discriminação em razão do estado de gravidez ou situação familiar. Em casos de aborto espontâneo ou nos casos previstos em lei, a mulher tem o direito ao repouso remunerado de duas semanas, com garantia do retorno a sua função. Para amamentar seu filho até seis meses de idade, a mulher tem direito a dois descansos especiais, de meia hora cada, durante sua jornada de trabalho. O auxílio-creche ou reembolso creche é utilizado como alternativa para que as empresas repassem diretamente às empregadas quando não dispõe de creche no ambiente de trabalho. Além disso, de acordo com a Constituição, as empresas não podem exigir nenhum tipo de atestado ou exame médico para comprovação de gravidez durante entrevistas de emprego.

OAJ: Porque as mulheres são penalizadas com um menor salário?

Existem fatores indeléveis nessa questão da divergência salarial entre homens e mulheres. Por exemplo, em termos gerais, a probabilidade de as mulheres saírem da força de trabalho por um período de tempo — por causa de gravidez, criação e educação de filhos e outras tarefas (das quais a maioria dos homens se esquiva) — é maior que a dos homens. Essa desigualdade não pode ser totalmente explicada pela educação e experiência dos trabalhadores, os empregos que escolhem, a quantidade de horas que trabalham ou o tempo que tiram de folga. Sobram outros fatores difíceis de quantificar, como discriminação ou a percepção que as mulheres têm das escolhas disponíveis para elas.

OAJ: Que tipo de políticas públicas são realizadas para atenuar a discrepância salarial entre homens e mulheres?

Em um mercado de trabalho com liberdade de contratação e demissão, é quase impossível o combate às divergências salariais entre homens e mulheres em decorrência de discriminação. As leis trabalhistas que citei anteriormente são voltadas a este combate, pois auxiliam a mulher a conciliar suas tarefas e possibilitam a melhoria do seu desempenho no local de trabalho. Mas nenhuma providência de política pública é tão eficiente quanto a mudança cultural de toda sociedade.

Advogada Karina Wilm Doninellli, Especialista em Direito Administrativo, Gestão Pública e Direito Público. Trabalha na Assessoria de Projetos e Planejamento do COMAJA.

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Notícias Gerais

Novos capítulos para desvendar o mistério dos túneis em Ibirubá

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Na tarde da quarta-feira, 28, nas ruas Flores da Cunha com Getúlio Vargas ocorreu mais um passo para desvendar os mistérios sobre os túneis aqui de Ibirubá. Foram realizadas perfurações no solo em dois pontos considerados como “quentes”. Os locais foram apontados por estudos anteriores e equipamentos, que existem estruturas no subsolo que poderiam ser túneis. O objetivo dessa escavação foi descobrir o que havia nestes locais, e a partir do empenho do jornalista Clóvis Messerschmidt emergiu as histórias de gerações para algo concreto.

Um estudo anterior realizado com geólogos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) apontaram quatro pontos importantes, nesses locais foram identificados, pelos equipamentos, estruturas que poderiam ser túneis, entre as Ruas Flores da Cunha com Getúlio Vargas. Dois destes quatro pontos foram perfurados na tarde de quarta-feira, a força-tarefa, contou com a colaboração do arqueólogo André Soares, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e a empresa Vianna Eletrometal. As duas perfurações atingiram em média 4 metros de profundidade cada uma e foram realizadas com brocas de 50 cm. Na primeira, não foi encontrado nada, mas na segunda, foi localizada uma parede de concreto a mais de 3 metros de profundidade, abaixo das redes de água, esgoto e telefone. A operação foi paralisa- da, após a descoberta da parede, a pedido do Pre- feito Abel Grave, para que numa próxima operação a escavação ocorra em cima dessa estrutura, o ponto foi demarcado para que aconteça essa nova perfuração. Também participaram da ação Carlos Alberto Belo, que realizou o transporte do arqueólogo, Anderson Martins, Anderson Souza, Fábio Bueno, Nícolas Bruno e Tiago Fagundes, os voluntários nas perfurações e equipe da empresa Vianna Eletrometal e o Departamento Municipal de Trânsito. Clóvis, frisa “que toda a operação foi realizada através de patrocínios e voluntários, sem ônus ao município, aos quais agradeço imensamente pelo apoio e confiança no meu trabalho.

As perfurações foram prontamente preenchidas com terra, além da devida limpeza do local, sendo que será realizado o reassentamento dos paralelepípedos.” O jornalista Clóvis explica que a abertura das ruas se tornou necessário porque os moradores que possuem casas com possíveis entradas aos túneis não permitem a entrada em suas propriedades. A expectativa é pelo novo agendamento da abertura dessa estrutura encontrada, por parte do prefeito Abel Grave, para posteriormente se registrar a pesquisa no IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), e assim dar início ao projeto turístico, com o devido tombamento histórico dos túneis que forem encontrados. A ideia é uma vez aberto, uma equipe de arqueólogos da Universidade Federal de Santa Maria, em parceria com a prefeitura, realize um trabalho técnico, como por exemplo, datar o tijolos dos túneis com Carbono 14 e abrir as possíveis conexões entre eles. Em um projeto paralelo a mesma universidade poderá desenvolver um projeto turístico, que será encaminhado para ao IPHAN para captação de recursos. Com o projeto de restaurar esses túneis, organizar a iluminação e as entradas e saídas para os visitantes.

Um potencial turístico em Ibirubá Em janeiro deste ano, estiveram reunidos com o prefeito Abel Grave, o vice-prefeito Alberi Behnen, o Secretário Henrique Hentges e a Carolina Lopes, Turismóloga e Diretora de Turismo da Rota das Terras Encantadas, para avaliar e decidir os passos para a concretização do projeto turístico ‘‘Ibirubá: Cidade dos Túneis’’. Segundo Carolina Lopes, a expectativa é incluir esse diferencial no turismo da Rota das Terras Encantadas que irá beneficiar os 16 municípios que fazem parte da rede. A história dos túneis, segundo a turismóloga, é mais do que uma lenda urbana, traz a história e cultura da região. O ponta pé inicial e a história que con- tinua viva O jornalista Clóvis foi quem iniciou esse projeto de desvendar a história dos túneis em Ibirubá, a partir de uma matéria investigativa o jornalista resgatou histórias e indícios dos túneis, um assunto popular em Ibirubá. Há quatro anos o jornalista vem desenvolvendo este trabalho, que sugere, a partir de relatos dos moradores de Ibirubá, depoimentos anônimos e documentos, que os túneis seriam usa- dos como esconderijos na época da Segunda Guerra Mundial, esses túneis serviriam de abrigo para na- zistas e depósito de armamento.

Da Redação de Jornalismo da Rádio Cidade FM/O Alto Jacuí – Carolina Moro

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As novas famílias brasileiras, por Luana Polon

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O Decreto de Lei nº 52.748, de 24 de outubro de 1963, intitula 8 de dezembro como sendo o Dia Nacional da Família. Ao mesmo tempo, o Dia Internacional da Família foi definido em 20 de setembro de 1993, em deliberação da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Estas duas datas são comemoradas e trazem algumas reflexões sobre o papel da família na sociedade. Cada Estado brasileiro tem autonomia para elencar uma data específica para comemorar esta data, e são efetuadas atividades diversas, principalmente nas escolas.

Diante da multiplicidade cada vez mais evidente nas formações familiares, várias escolas brasileiras estão optando por comemorar o Dia da Família, e não mais Dia dos Pais ou Dia das Mães de forma isolada. Isso se explica pelas mudanças que vêm ocorrendo no perfil das famílias brasileiras nos últimos anos. O último Censo do IBGE, realizado em 2010, mostra que as novas constituições familiares ocorrem a partir de 19 laços de parentesco diferentes, 8 a mais do que o Censo do IBGE do ano 2000, sendo alguns deles: casais com filhos; casais sem filhos; pessoas morando sozinhas (solteiras); três gerações sob o mesmo teto; casais do mesmo sexo; mães sozinhas com filhos; pais sozinhos com filhos; amigos morando juntos; netos com avós; irmãos e irmãs, dentre outros. A família nuclear, formada apenas por um casal com seus filhos, teve uma queda nos índices de 56,4% para 49,4% em dez anos (2000-2010). O maior crescimento foi em relação a formação familiar de casais sem filhos, passando de 13% para 17,7% do total. O aumento dos casais sem filhos no Brasil pode ser explicado pelas próprias mudanças na sociedade nas últimas décadas, em especial pelo acesso aos métodos contraceptivos e de planejamento familiar, a inserção massiva das mulheres no mercado de trabalho formal, o aumento dos índices de escolaridade da população, aumento dos casais do mesmo sexo, bem como uma mudança no pensamento social e que questiona o modelo tradicional de família, especialmente quanto a possiblidade de escolher entre ter ou não filhos. Já o perfil de mulheres sem cônjuge e com filhos teve um discreto aumento de 11,6% em 2000 para 12,2% em 2010. O modelo familiar formado por um casal, seus filhos, e mais algum parente, teve um decréscimo de 7,2% em 2000 para 5,5% no ano de 2010. O perfil de mulher com filhos e mais algum parente, teve um aumento de 3,7% para 4% em dez anos, entre 2000 e 2010. Outro aumento no perfil foi das famílias formadas por casal sem filhos, mas com parentes, que subiu de 1,9% para 2,5%, ou seja, um aumento bastante expressivo.

O índice de homens sem cônjuge, mas com filhos, também teve um aumento de 0,4% a 0,6%. Neste indicador nota-se que há uma predominância de famílias constituídas por mulheres que cuidam sozinhas dos filhos (12,2%), enquanto os homens que vivem sozinhos com filhos ocorrem em proporção bastante reduzida. Por último, no Censo do IBGE de 2010 foram contabilizadas também as famílias formadas por casais do mesmo sexo. Em 2000 não houve coleta deste dado por parte do IBGE, enquanto no ano de 2010 este modelo familiar representou 0,1% do total de população. No Censo do IBGE de 2010 foram consideradas também as “famílias mosaico”, que são aquelas constituídas por segundos e terceiros casamentos, onde há a presença de filhos de casamentos anteriores na estrutura familiar atual. Este modelo familiar corresponde a um número expressivo de famílias, somando 16% do total dos domicílios de casais com filhos. Diante dos dados, nota-se que a família nuclear, tradicionalmente descrita como um casal com seus filhos, não representa mais o perfil majoritário da população brasileira, segundo os dados do IBGE através do Censo de 2010. Novas formações familiares têm surgido na composição da população brasileira, e a soma de todas estas formações já constitui maior proporção do que as famílias estruturadas entre pai, mãe e seus filhos. A sociedade brasileira não apresenta uma organização familiar estática, e as mudanças no perfil familiar devem ser compreendidas em um contexto sociodemográfico e histórico. E então, qual é o seu modelo de família?

Referência BOMENY, Helena (Coord.). Tempos Modernos, Tempos de Sociologia. 2 ed. São Paulo: Editora do Brasil, 2013.

Luana Caroline Kunast Polon é Mestra e Licenciada em Geografia, Especialista em Neuropedagogia e Educação Profissional e Tecnológica. E-mail: luanacaroline.geografia@gmail.com

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Notícias Gerais

Cruz Alta perdeu mais de 2500 habitantes em nove anos

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Número de habitantes passou de 62.821 para 60.299. De acordo com moradores, a falta de emprego é um dos principais motivos da baixa de habitantes. Com a redução o município perde parte do FPM.

IBGE divulgou nesta semana as estimativas da populao dos municípios para 2019. Cruz Alta teve uma grande reduo de cerca de 4%, o número de habitantes passou de 62.821 para 60.299. 

Com isto o município ter uma reduo no FPM – Fundo de participao dos municípios. O Fundo de Participao dos Municípios é uma transferncia constitucional, da Unio para os Estados e o Distrito Federal, composto de 22,5% da arrecadao do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A distribuio dos recursos aos Municípios é feita de acordo com o número de habitantes, onde so fixadas faixas populacionais, cabendo a cada uma delas um coeficiente individual.

A ex-moradora de Cruz Alta, Maria de Ftima Mendona, que atualmente reside em Balnerio Camboriú, comenta que um dos principais fatores para ela abandonar o município foi à falta de emprego. Eu amo Cruz Alta, minha família toda mora aí, porém, fiquei dois anos desempregada, a soluo foi vir embora, lamenta a cruz-altense. 

O jovem universitrio Mauricio Cardoso, também ex-morador da cidade, vive com sua esposa na cidade de Valparaiso, GO, o motivo para deixar Cruz Alta foi o mesmo de Maria de Ftima, a falta de emprego. Acredito que a Administrao Municipal deveria olhar mais para esta questo, Cruz Alta j foi referncia, hoje voltamos ao passado, é a cidade do tinha, e somos vitimas disto, tendo que deixar nossos queridos e viver longe de casa, desabafa. 

Portal Cruzaltense

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