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Cercada de Mistérios Ibirubá teria sido visitada por OVNIS na década de 70

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[08:49, 12/8/2019] Schemmer: A última semana deu o que falar na cidade sobre a divulgação de um vídeo contando a história de que OVNIS (Objetos voadores não identificados) teriam sobrevoado Ibirubá entre os anos de 1975 a 1978. Será mais um dos mistérios da cidade? O dono desse polêmica é o ibirubense Ton Müller, criador do canal no YouTube Verdade Mundial, Ton explora sobre possíveis contatos com aliens a partir de um objeto imenso, segundo o próprio Ton, teria o tamanho de dois campos de futebol que sobrevoou os céus de Ibirubá.


Esse relato veio a partir do avô de Ton, o senhor Menoly Müller, que faleceu em janeiro 2018, na época do acontecido o Brasil estava em meio a ditadura militar e coincidentemente em meio a Operação Prato. Em entrevistas com familiares Ton reconta a história do que teria acontecido aqui em Ibirubá “a família estava reunida em casa, entres os Bairros Odila e Progresso, Rua Dourados, quando se ouviu um zunido muito forte. Como se fosse um grande avião passando, porém quando resolveram ir para um local mais aberto, puderam ver uma nave gigante pairando sob Ibirubá. O som que a nave emitia era um zunido de baixa frequência, nesse momento o avô de Ton, acreditou que poderiam ser os russos atacando a cidade. Na mesma noite a vizinha da família de nome Gema veio gritando achando que era o fim do mundo.
O objeto foi descrito pela família como uma nave discoide preta com luzes ao redor, a parte de baixo era escura e notava-se que tinha algo embaixo dela.” Ton acredita que se tratava de uma nave, que dá espaços para naves menores, pois logo após surgiram outras naves menores, nesse momento o som das naves ficaram muito alto, a família teve que tapar os ouvidos, as duas naves menores entraram no disco maior, a nave mãe baixou a sua luminosidade e seguiu rumo ao norte.”


Além desse relatos Ton em entrevista à nossa equipe afirmou que outros casos foram apresentados para ele. Esses outros relatos, de pessoas que não quiseram publicar suas histórias, contam contatos diretos com alienígenas. Esse fato ficou esquecido e pouco falado na cidade, até hoje, será mais uma lenda urbana da nossa cidade? Será que aliens pairavam Ibirubá?

Ton é fotógrafo, nasceu em Ibirubá, e hoje mora em Veranópolis, ele possui um Canal no YouTube Verdade Mundial, criado em 2011 e hoje com mais 200 mil inscritos, um site e perfis nas redes sociais. A temática dos conteúdos gira em torno da ufologia, mudanças climáticas, política e mistérios da humanidade.


Operação Prato Seria o codinome de uma operação militar realizada pelo 1° Comando Aéreo Regional – I COMAR, órgão da Força Aérea Brasileira sediado em Belém, capital do Pará, para investigar o aparecimento e movimentação dos chamados objetos voadores não identificados – OVNIs, em áreas dos municípios de Vigia, Colares e Santo Antônio do Tauá. Esses objetos recebem nos registros militares a alcunha de corpos luminosos e estavam associados a estranhos fenômenos relatados por moradores e autoridades, amplamente noticiados pela imprensa, que reportavam ataques a população pelos objetos através do uso de raios luminosos que supostamente causavam na vítima queimadura, perda de sangue, marcas de agulhas e até a morte, além de uma série de sintomas clínicos como paralisia e tremores. O fenômeno ficou conhecido pelo nome de chupa-chupa. Entre os meses de outubro e dezembro de 1977 foram realizadas duas missões pelos agentes de inteligência do serviço de informações e por uma equipe médica militar do I COMAR. A operação teria sido encerrada oficialmente no final de dezembro de 1977, mas documentos oficiais indicam que outras missões com objetivo específico relacionadas a investigação de OVNIs foram realizadas durante o ano de 1978.

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Alternativas para criar os filhos com mais amor

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João Vitor Wolff, 33 anos, contou sua experiência como pai do João Lucas, 4 anos e Matheus, 2 anos. O sonho de ser pai veio desde muito cedo para João e a vida também colocou em seu caminho uma companheira para partilhar esse sonho, Morgana. João e a esposa começaram a namorar muito cedo, com 15 anos. Além desse desejo de ser pai ter despertado muito cedo, o ambiente em que João cresceu foi sempre rodeado de crianças, na família e no trabalho, rodeado pelos crianças ele desenvolveu um trabalho na educação infantil voltado à área ambiental na sua cidade de origem, Curitiba/PR.

Após os dois passarem pelos estudos, ensino médio e faculdade, veio o casamento e o planejamento para os filhos. Foram dois anos de tentativas até que o casal passou por uma  fertilização in vitro, o procedimento foi um sucesso e em 2015 veio João Lucas. Já a segunda gestação ocorreu da maneira natural e muito rápida Matheus nasceu em 2017. A preocupação do casal em proporcionar um nascimento e uma educação mais respeitosa para as crianças os levou trilhar caminhos alternativos.   

Um caminho diferente em busca de mais respeito

João conta que ele e sua companheira tiveram a preocupação em estudar sobre cuidado com o bebê, gestação e parto humanizado. A família escolheu trilhar esse caminho buscando passar por um processo mais natural e respeitoso na hora do nascimento. O casal teve a preocupação, além do parto humanizado, conduzir a educação de forma mais livre para João e Matheus. São adeptos da Pedagogia Montessoriana, criada pela pedagoga italiana Maria Montessori (1870-1952), a linha montessoriana valoriza a educação pelos sentidos e pelo movimento para estimular a concentração e as percepções sensório-motoras da criança. O método parte da ideia de que a criança é dotada de infinitas potencialidades. Individualidade, atividade e liberdade. É nesse rumo que João acredita que as crianças podem se desenvolver com mais liberdade, respeito e autonomia. 

Cada filho um indivíduo 

João destaca que os dois filhos são pessoas diferentes e cada nascimento é diferente, segundo João o primeiro filho deu um pouco mais de trabalho na madrugada, acordava com muita frequência, já o segundo foi mais tranquilo e deu menos trabalho durante à noite. O conselho que João passa para os homens que passarão pela experiência da paternidade é afetivamente estar presente e não coadjuvante no processo ou ajudante da mãe, mas responsável pelo cuidado e educação de forma integral.

João, a esposa Morgana e os filhos João Lucas e Matheus
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Ser pai e mãe com a força do amor e enfrentando as dificuldades

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Nossa equipe traz histórias de diferentes pais e como a paternidade se apresentou de maneira diferente para cada um. Sempre com algo em comum, que é o amor. A história de Dirson Vanderlei Prediger, 45 anos, foi cercada de desafios, com o apoio da família e encarando o desafio de frente, Dirson precisou assumir a jornada do cuidado e educação dos filhos Henrique e Júlia depois da perda inesperada da esposa. 

O primeiro filho de Dirson, Henrique, nasceu em 2005, e trouxe uma série de desafios para um pai de primeira viagem, foi com o nascimento do Henrique “que comecei a pensar no futuro, em estudos, e não apenas colocar um filho no mundo, mas ser responsável pelo futuro dele.” 

A sensação de pegar um filho pela primeira vez no colo para Dirson é algo que você nunca mais esquece, “algo sensacional, não tem como descrever essa emoção, é algo indescritível”. A partir do nascimento tudo se modifica, na visão do Dirson “você precisa ser um pai presente, você precisa participar, sem esperar a mãe da criança, e com certeza tudo isso é gratificante.” A Julia, a mais nova, veio de forma planejada, a expectativa do casal era de ter um menino e uma menina. A vinda do segundo filho traz com ela a mesma emoção do primeiro, segundo Dirson, “cada filho é um filho, se é o primeiro ou segundo, e fomos abençoados com a vinda de um casal.” 

A força de seguir em frente depois de uma situação difícil foi ver os dois filhos. Foram eles que deram a força necessária para que juntos enfrentam a saudade da mãe. Criar uma criança é um trabalho coletivo e a família teve um papel muito especial na caminhada desse pai, os avós, os tios estiveram presentes auxiliando essa jornada de cuidado e educação das crianças.

Conselho para os pais…o conselho que Dirson dá aos pais é que deem muito colo e afeto para eles, aproveitem cada etapa. Dedicação com os filhos, amor por si, amor pelos filhos, zelar pela família, proporcionar momentos presentes. Persistência em seguir e ser o melhor possível.  

Dirson e os filhos Júlia e Henrique
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Sobre ser pai

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“Naturalmente não nascemos com a vocação de ser pai. Nossa paternidade é adquirida, em outras palavras, aprendemos a ser pai. Primeiro como uma forma de criar um vínculo afetivo com uma criança. No meu caso, uma menina! Quando a Sophia chegou ao mundo, muita coisa mudou para mim, especialmente porque ainda era estudante universitário ao término do curso. Pesou ainda mais a necessidade de conseguir um emprego que poderia dar maior estabilidade e renda, pois daquele momento em diante minha responsabilidade não era mais individualista, mas para com uma criança e uma esposa. De todo modo, nunca me senti sozinho, sempre apoiado pelos meus familiares e pela família da minha esposa. Contribuir com a ordem do lar (no sentido de organização, não de imposição, pois sempre recorri ao diálogo e o consenso) sempre foi uma regra principal na minha nova atitude de pai. Tomar decisões que transmitisse segurança para minha filha também era outra maneira de crescer na paternidade – não segurança para ela especificamente, mas para mim também, determinadas condutas de risco deveriam ser evitadas, como por exemplo, correr muito em estradas ou forçar ultrapassagem, e outras coisas para além do trânsito – pois, sabia que minha presença era crucial no desenvolvimento de minha filha. Outra coisa, responder a todas as suas dúvidas, mesmo aquelas que eu também não sei (obviamente ser sincero, nunca mentir) isso fez com que ela não tivesse medo de falar, ou perguntar, algo para o seu pai. O nosso afeto nunca poderá ser substituído por presentes materiais, estes sim necessários, porém com moderação e racionalidade, pois isso não deve ser um subterfúgio para a nossa ausência, mesmo que momentânea, mas nunca deixar a ausência física tornar-se ausência afetiva. Quando a confiança mútua torna-se o padrão de relação entre pai e filha é o momento de auto realização e é quando percebo que meu papel familiar está no caminho correto. Em todos os anos de convívio com minha filha (8 anos), eu fui aprendendo a ser pai, ela própria foi minha professora, porque em cada momento diferente de sua vida, em seu desenvolvimento como ser humano, há sempre coisas novas a se lidar. Há desafios ainda não cumpridos, os quais necessitam da minha atenção. Por isso, não acaba ainda, tem muita coisa pela frente e muito a aprender na paternidade até o meu último suspiro.”

Sophia e o pai Paulo

Paulo Henrique Heitor Polon, pai da Sophia Kunast Polon de 8 anos

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Como a paternidade ativa vem transformando o ser pai

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De forma geral as propagandas e homenagens nos dias dos pais se resumem em ilustrar os momentos de brincadeiras com as crianças ou homens engravatados chegando do trabalho e sendo recebido pelos filhos. É recente o movimento paternidade ativa, que encerra a visão do pai provedor e vem discutir e reformular o papel do homem no cuidado dos filhos e, o coloca num papel ativo.

A discussão surge a partir de pai ativos que começaram a escrever seus dilemas e postar informações sobre o cuidado infantil, um assunto que era exclusividade feminina. Paizinho, Vírgula!, Pai Mala, Papo de Homem são alguns exemplos de blogs e páginas que se dedicam a apresentar e discutir temas relacionados à paternidade e cuidado infantil. 

Giovan e o filho Sebastian

Para Giovan Sehn Ferraz, professor de história e pai de Sebastian de 3 anos, a participação masculina é praticamente inexistente em grupos na internet tradicionais. “Iniciamos um tópico, por exemplo, sobre a questão do sono e de como era difícil para mim balançar ele todo dia e para Pati (companheira) acordar várias vezes à noite pra dar o seio, e uma moça comentou falando da experiência dela que era muito semelhante, exceto que ela fazia tudo SOZINHA: balançar e acordar várias vezes pra balançar mais e dar o seio. Então, se pra nós já era difícil em dois, imagina pra essa moça.”

Segundo documento sobre paternidade ativa elaborado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o papel do pai na visão ativa é permeado por níveis. O nível prático é o homem cuidar e se preocupar com as necessidades e demandas dos filhos e estar atendo as tarefas domésticas. A presença emocional é o segundo nível e se caracteriza pela construção do vínculo e a ligação emocional com o filho. Transformação pessoal aparece num terceiro nível que é entender o papel e responsabilidade de ser pai e como isso afeta o nível social. Para Giovan “educação, cuidado, tudo. Não deveria ser visto como diferente do papel da mãe. Poucas coisas não podem ser feitas, como parir ou amamentar no seio, mas tudo o que não envolve uma diferença biológica óbvia deveria ser, por princípio, responsabilidade conjunta.”

Ainda é um desafio para os homens fazerem a transição

Segundo informações sobre o dossiê Paternidade no Brasil, elaborado pelo Instituto Promundo em 2016, as políticas públicas relacionadas à paternidade não são abrangentes, o documento afirma que o setor privado precisa compreender que “as relações de trabalho, procedimentos e políticas internas estão intimamente ligadas às condições necessárias para produzir justiça social no campo da equidade de gênero”. Bruna Sinigaglia pesquisadora de gênero e mercado de trabalho do Programa de Pós-Graduação da Universidade de Cruz Alta, afirma que para garantir a permanência do homem em casa durante um período considerável ou não até mesmo a redução de sua carga horária é necessário que as empresas colaborem para isso, “o pai precisa se fazer presente ele precisa estar diariamente compartilhando dos cuidados zelando pelos cuidados dos filhos assim como a mãe faz flexibilizando inclusive seus horários de trabalho para atender o filho.”

Para a pesquisadora as discussões em torno da paternidade ativa também se relacionam com a luta pela superação das desigualdades entre homens e mulheres e com o processo emancipatório da mulher. De acordo com Bruna “apesar de todas as mudanças sociais da contemporaneidade a mulher ainda está à frente nas atividades domésticas, dos cuidados com os filhos e são fatores que acabam impactando negativamente a sua profissão, pois gera um desgaste e uma menor disponibilidade que os homens.”

Uma paternidade mais ativa por parte dos homens além de colaborar com o bem-estar da família. Contribui para que a mulher também possa se consolidar no mercado de trabalho com as mesmas condições que o homem. Bruna afirma que é “preciso que os pais tenham uma visão mais ativa do que precisa ser feito sem esperar com que as mães digam o que precisa ser feito.”

Como posso ser um pai ativo?

Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), há 5,5 milhões de crianças brasileiras sem o nome do pai na certidão de nascimento. O abandono paterno é uma realidade cruel como afirma com o professor de história e pai do Sebastian Gilvan “o abandono paterno existe em vários níveis, desde o pai que nega de fato o filho, não assume oficialmente, ao pai que faz tudo isso na teoria mas na prática não: não é co-responsável pelo filho, apenas “ajuda”, é auxiliar, ou ainda que confunde paternidade com provimento financeiro. Então, penso que a paternidade deveria ser vista e compreendida em pé de igualdade à maternidade, como co-responsabilidade sobre os filhos, e não como acessório.”

Dessa forma é urgente que os homens passem a ser ativos, segundo a UNICEF pais ativos são aqueles homens que exercitam uma relação afetuosa e emocional com seu filho. Mantém uma relação que vai além do provimento financeiro, participam dos cuidados diários e da criação do seu filho. Compartilham com a mãe as tarefas de cuidados com o filho e com a casa e estão envolvidos e informados nos momentos do desenvolvimento do filho, gravidez, nascimento, primeira infância, infância e adolescência.

Ser pai segundo Giovan “é ser humano e se confrontar com isso diariamente, com nossas potencialidades e limites, com o complexo de nossa existência. É cuidar, amar, educar, ser referência. É se preocupar, se divertir, se estressar. Lidar, bem ou mal, com o cansaço e as incertezas, com não saber o que fazer com as birras, com o sono, com a alimentação. Mas também é se encantar com o desenvolvimento surpreendente daquele ser-humaninho, seus saltos e suas grandes descobertas cotidianas. Se alegrar com aquela risada mais gostosa do mundo e dar o seu melhor para lidar com os momentos mais difíceis. Acredito que ser pai ou mãe é tudo isso. Não deveria existir uma distinção fundamental entre ambos quanto a essas coisas.”

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Seminário internacional do leite movimentou Ibirubá

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Pesquisadores renomados do exterior abordaram a máxima eficiência na produção de leite. O evento aconteceu na quinta-feira, 08 de agosto, e foi realizado pela Cotribá, através do Departamento de Produção Animal. A programação reuniu centenas de técnicos e produtores na Asfuca, com o objetivo de discutir a sustentabilidade e a competitividade da atividade leiteira no Rio Grande do Sul. A novidade desta edição é que o seminário ganhou status internacional ao receber painelistas dos Estados Unidos e Canadá.

Pela manhã foram realizadas duas palestras. A primeira, com o tema “Manejo de Transição: como preparar suas vacas para o sucesso na lactação”, foi ministrada pelo professor do departamento de Biociências Animais da Universidade de Guelph, no Canadá.

A segunda abordagem do dia foi “Como a saúde da vaca influencia no sucesso do seu negócio”, pelo diretor de aplicações e serviços técnicos da Diamond V – EUA, Willian Sanches (Bill Sanches), a palestra foi traduzida pelo gerente de Tecnologia da Cargill Nutron, Davi Araujo.

Ao meio-dia, os participantes tiveram intervalo para almoço e para visitar os espaços das empresas parceiras. E, à tarde, a retomada dos trabalhos foi com foco no uso das tecnologias 4.0 na atividade leiteira. Na oportunidade, o produtor da Cotribá, médico veterinário Tiago Michelon, apresentou o seu case de sucesso com a automação da ordenha na propriedade da família, em Vespasiano Corrêa. Na sequencia, o supervisor de Difusão de Tecnologia da CCGL, Luis Otávio da Costa Lima, complementou com a palestra “Projeto de ordenha robótica em sistema base pasto, quais os desafios?”.

“Qualidade do leite, e eu com isso?” foi o tema da última palestra da tarde, proferida pelo gerente nacional de Marketing da Bayer Saúde Animal, Luciano Rodrigues. Com humor e muita irreverência ele falou de propósito e da importância do bem-estar das pessoas na atividade leiteira.

O evento terminou por volta das 17 horas, com sorteio de brindes. Neste ano, as empresas Cargill Nutron/Kemin, Bayer e CCGL foram patrocinadoras do Seminário Técnico Internacional do Leite Cotribá. Também participaram como apoiadores a Noxon, Intersul/MSD, Basso e Pancotte, Ouro Fino, Syngenta, Resolpec, DeLaval, Bioaromas e CRV Lagoa.

Mais de 600 pessoas prestigiaram o Seminário

Assecom Cotribá

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Foragido é preso em Colorado

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Em 07 de agosto de 2019, uma Guarnição da Brigada Militar recebeu informações que um indivíduo em situação de foragido encontrava- se na Rua São José, em Colorado – RS.

No local foi abordado o indivíduo de iniciais J. F. T, sendo constatado que o mesmo possuia um mandado em seu desfavor.

Mediante os fatos foi dada voz de prisão e encaminhado a Delegacia.

Créditos: Comunicação 16º BPM

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Idoso é encontrado morto na sala de ordenha no interior de Ibirubá

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Por volta de 16 horas de quinta-feira, 8 de agosto, a Polícia Civil de Ibirubá foi comunicada que um homem havia sido encontrado sem vida em sua propriedade na Linha Jacuí Mirim, interior do município. Ao chegar no local foi constatado o óbito. A principal linha de investigação é suicídio. Segundo familiares a vítima saiu de casa após o meio dia, e não foi mais visto. Após perícia confirmado o nome de Beno Sand, 77 anos. O corpo foi removido até o IML para a necrópsia.

Acompanhe o comunicado oficial da Funerária MPK

Esposa Herta Schultz Sand, filhos Valdir, Lacir, Edna, Lotario, Airton, Analise e Simone, genros, noras, netos e bisnetos, comunicam o falecimento de BENO SAND aos 77 anos, ocorrido hoje em sua residência na Linha Jacuí Mirim.
O velório acontece amanhã (sexta-feira) na Capela Mortuária de Ibirubá sala 3, a partir das 11 horas.
Atos de encomendação serão oficiados amanhã (sexta-feira) em horário a ser definido, rumando após para o sepultamento no Cemitério Evangélico de Ibirubá.
Comunicamos o falecimento de Beno Sand.
Serviços a cargo da Funerária MPK.

Foto: Arquivo da família

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IFRS está na lista das melhores universidades do mundo

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O Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) está na lista das melhores universidades do mundo. O ranking 2019 foi divulgado nesta segunda-feira, dia 5 de agosto de 2019, pelo Centro de Classificações Universitárias Mundiais (CWUR). São listadas 2 mil instituições de todo o mundo e o IFRS aparece na posição 1.460 em nível mundial. Das  instituições brasileiras que figuram na relação, 52 no total, o IFRS está com a 35ª colocação e é o único instituto a constar no ranking.

Conforme o CWUR, a metodologia do ranking considera quatro áreas: qualidade da educação, emprego de ex-alunos, qualidade do corpo docente e desempenho da pesquisa. O IFRS destacou-se no desempenho da pesquisa, o qual é baseado em: a) resultado da pesquisa, medido pelo número total de trabalhos de pesquisa, b) publicações de alta qualidade, medidas pelo número de trabalhos de pesquisa que aparecem em periódicos de primeira linha, c) influência, medida pelo número de trabalhos de pesquisa que aparecem em periódicos altamente influentes, e c) citações, medidas pelo número de trabalhos de pesquisa altamente citados.

Segundo o reitor do IFRS, Júlio Xandro Heck, “ficamos muito felizes e orgulhosos pela colocação alcançada. Ser o único Instituto Federal nesta seleta lista e estar à frente de muitas grandes universidades brasileiras é algo a ser comemorado, com certeza. Além disso, é um reconhecimento aos professores e técnicos do IFRS! Em um momento de incertezas e dificuldades, serve também para renovar as nossas forças, para que possamos continuar sendo uma instituição pública, gratuita, de qualidade, inclusiva e cada vez mais alinhada às demandas da sociedade”, afirma.

Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação, Eduardo Girotto, “estar entre as instituições brasileiras mais bem colocadas nesse ranking internacional é algo muito positivo. Esse resultado é consequência do trabalho que está sendo realizado no IFRS, focado no atendimento das demandas da sociedade, que resulta em produtos como publicações técnicas e científicas de alta qualidade”, acrescenta.

O pró-reitor de Ensino, Lucas Coradini, destaca que há um conjunto de fatores que contribuem para esse reconhecimento, dentre os quais “as políticas institucionais importantes que colaboraram para esse resultado, desde os diferentes editais de fomento a projetos até o programa de capacitação dos servidores, que possibilita a qualificação contínua dos nossos quadros”. E complementa, “o mais curioso, diferentemente das demais instituições do ranking, que possuem foco na educação superior e em nível de pós-graduação, atuamos desde a educação básica através do ensino médio integrado e da educação de jovens e adultos, o que demonstra que essa excelência é possível em todos os níveis de ensino”, finaliza.

Sobre o Centro de Classificações Universitárias Mundiais: O Centro de Classificações Universitárias Mundiais (CWUR) apresenta-se como uma organização de consultoria que fornece assessoria política, insights estratégicos e serviços de consultoria a governos e universidades para melhorar os resultados educacionais e de pesquisa. A CWUR também publica rankings universitários globais.

Fonte Assessoria de Comunicação IFRS

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Ter um presídio em Ibirubá é necessário?

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Delegada Diná fala sobre a construção de uma Casa Prisional em Ibirubá Diná Rosa Aroldi em entrevista à Rádio Cidade FM na quinta-feira, 1 de agosto, comentou sobre a necessidade de construção de um presídio aqui no município de Ibirubá. Em enquete na página da Rádio Cidade, com 1400 votos, a população ibirubense ainda não aprova a construção de um presídio, 490 pessoas são a favor e 860 contra o presídio. Segundo Diná a vinda de um presídio não aumentaria a criminalidade, pois ela não está atrelada ao presídio. O próprio desenvolvimento de Ibirubá traz desafios novos para a segurança pública e que a cada ano aumenta o número de detentos Ibirubenses, estimado em 100 detentos eles estão em presídios espalhados pelo Rio Grande do Sul.

Para Diná a preocupação do município é também pensar na sua população carcerária, que deve ser educada na cidade dela. Afirma que “não podemos jogar essa população para uma outra cidade sem dar dignidade”. Segundo ela a construção de um presídio traz a possibilidade de iniciar de forma diferente, e não apenas jogar em qualquer lugar, criar uma penitenciária que comporte as necessidades de Ibirubá, onde é possível ter serviços, oficinas e horta. Outra possibilidade é de um albergue para que os presos do semi-aberto possam ser abrigados. O local para a construção do presídio, segundo Diná, deve ser afastado e adequado para que comporte os serviços para uma ressocialização. Os recursos para isso devem partir do estado do RS e da união, que têm recursos próprios destinado a isso, o município não entraria nessa questão. Diná complementa que “já se conversou com autoridades sobre essa possibilidade e espero que realmente tenha uma casa prisional aqui.”

Uma das justificativas para o presídio é quando acontece o contato de presos ibirubenses com os de outros municípios, segundo a delegada há uma contaminação de informações do município com esses presos, e é possível saber como a cidade funciona, locais potenciais de furto e vendas de drogas “nós não trabalhamos com uma criminalidade de Ibirubá, mas com alta criminalidade de fora a partir das informações de presos ibirubenses. E é por isso que é importante trazer essa massa carcerária para dentro do município.”

Uma das preocupações levantada pela comunidade é o aumento da criminalidade com a construção de um presídio. Diná cita o exemplo da cidade de Espumoso onde está alocado o Presídio Estadual de Espumoso, que tem uma capacidade de engenheria de 54 presos e funcionam, dados de março de 2019, com 128 detentos. O presídio de Espumoso fica Av. Ernesto Dorneles, no centro de Espumoso, onde passa uma rodovia. E tem um fluxo grande de trânsito e pessoas, “o índice de criminalidade em Espumoso não aumentou em comparação a Ibirubá, e também não aumenta porque ele está superlotado”. Esse presídio recebe os presos de Ibirubá, Selbach, Colorado, Tapera, Lagoa dos Três Cantos, Quinze de Novembro.

As delegacias que não comportam presos

Outra realidade apontada pela Delegada é as delegacias que por falta de vagas acabam por ter que acolher os presos nas delegacias, “mas não há possibilidade de manter mais que 12 horas um preso, pois não há infraestrutura, como banheiro, são duas salas pequenas, não há policial para fazer a segurança.”. E daqui um tempo, se não for construído um presídio a delegacia aqui de Ibirubá terá que ser uma delegacia carcerária. Para Diná “é preciso pensar na situação carcerária, porque dessa forma não há dignidade e na realidade os presos estão lá sem perspectivas.”

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Grupo coordenado por ibirubense cria bactéria que “come” agrotóxico

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Grupo de Biologia Sintética da UFRGS criaram um protótipo de um filtro bóia a serem utilizados em rios, lagoas e mares com bactérias fixadas e que fazem a degradação de agrotóxico, nesse caso o glifosato. A escolha do glifosato se justifica por ser o componente de diversos pesticidas utilizado no agronegócio e além disso, o glifosato é muito utilizado nas culturas de soja amplamente cultivada no Rio Grande do Sul. O coordenador do grupo é o ibirubense Solon Rosa que é doutorando de Biologia Celular e Molecular da UFRGS.


O filtro está em fase de prototipagem, e é constituído por diversas partes que são impressas em impressora 3D. Dentro do filtro serão colocadas as bactérias que são desenvolvidas a partir da engenharia genética, onde ocorre uma modificação genética para que a bactéria utilize em sua fonte primária de energia o composto, glifosato. Pensando no meio ambiente e no impacto ambiental o grupo criou esse projeto visando que as bactérias cresçam e façam a limpeza das águas consumindo glifosato.


O projeto vai participar de uma competição internacional, o iGEM (International Genetically Engineered Machine) considerada uma das maiores competições de biologia sintética. O iGEM acontece nos Estados Unidos, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts. O objetivo da competição é desenvolver projetos que façam a diferença em cada local que os grupos estão inseridos. A Biologia Sintética visa modificar seres vivos para que eles façam ou realizem alguma ação do interesse dos cientistas.


O grupo já está inscrito na competição vai apresentar o projeto final de outubro nos Estados Unidos. Um dos entraves é a captação de recursos, a UFRGS, com o corte dos últimos meses realizado pelo Ministério da Educação, não tem recurso disponível para arcar com os custos do projeto. O grupo está arcando com recursos próprios e de professores. Também foi realizada uma campanha, rifas e vaquinhas online, os 34 mil arrecadados pagaram a inscrição do projeto (cerca de 20 mil reais) e outros custos para o seu desenvolvimento. Agora o grupo precisa de novos recursos para que os participantes possam apresentar esse projeto na iGEM no final de outubro deste ano.

instagram @igem.ufrgs
https://www.facebook.com/igem.ufrgs/
Para ajudar o grupo https://www.vakinha.com.br/vaquinha/594671


Solon Rosa, já desenvolveu em seu mestrado pesquisa relacionada com câncer e na graduação trabalhou com biocombustíveis ambas na UFRGS.

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