COAJU retoma atividades e planeja novos projetos para 2021

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí (COAJU) retomou suas atividades na última sexta-feira (12). A primeira reunião do ano foi conduzida pelo presidente do comitê João Augusto Telles e demais membros da diretoria.  A pauta foi o alinhamento das atividades que serão desenvolvidas durante 2021. O encontro foi realizado por videoconferência e todas as definições serão apresentadas na próxima reunião da plenária que deve acontecer ainda esse mês. 

Segundo o Presidente, a ideia é fazer uma gestão ainda mais participativa. “O comitê tem que ser um propulsor, nas questões do meio ambiente, minimizar os conflitos e pensar na sociedade como um todo. Precisamos estar ao lado de produtores e população que consome essa água, para que juntos todos nós possamos ganhar. Essa reunião de hoje foi muito importante com a diretoria, Vice-Presidente e secretário, para alinharmos ações futuras e desenvolver alguns projetos para a comunidade atendida pelo Comitê Alto Jacuí,” diz Telles.

O COAJU é uma instância social, democrática e deliberativa, onde a população e usuários da água, juntamente com os órgãos do governo, interagem para gerenciar a qualidade e a disponibilidade das águas da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí. O COAJU faz parte do Sistema Estadual de Recursos Hídricos, previsto na lei estadual nº 10350, de 30 de dezembro de 1994. Drena uma área de 13.072 Km2, contando com uma população de aproximadamente 370 mil habitantes, de 42 municípios. 

O QUE FAZ O COAJU

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí  (COAJU) realiza ações em prol da qualidade e da disponibilidade das águas da região. Neste contexto, o planejamento do Comitê busca estabelecer mecanismos jurídicos-institucionais de gestão e ordenamento dos recursos hídricos, mecanismos econômicos de sustentação da gestão no longo prazo, bem como a indicação de intervenções estruturais e não estruturais que garantam a concretização das metas qualitativas e quantitativas desejadas. Tudo isso sob uma perspectiva ampla de participação do setor público e da sociedade no processo de planejamento e de implementação do Plano, harmonizando os interesses dos diversos segmentos intervenientes no uso e na proteção dos recursos hídricos.

Autor: Rádio Cidade Ibirubá

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